quinta-feira, 1 de março de 2012

Reflexão: As pequenas coisas


Está aí um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas isto que é para tanta gente? —João 6:9
André, descrente em relação à utilidade de uma pequena refeição, disse a Jesus: “…cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas isto que é para tanta gente?” (João 6:9). Contudo, a pequena refeição nas mãos de Jesus tornou-se uma enorme bênção. Então, antes de você pensar que não tem muito a oferecer a Jesus, pense nisto:
Edward Kimball, um professor de escola dominical em Boston, nos EUA, decidiu visitar um rapaz de sua classe para ter certeza de que ele era cristão. Naquele dia ele apresentou o Senhor a Dwight L. Moody.
Moody, o Billy Graham do século 19, teve grande impacto em Wilbur Chapman. Este último, um destacado evangelista que convocou Billy Sunday para que fizesse parte de suas campanhas evangelísticas. Em seguida, Sunday iniciou um ministério nacional que obteve grandes resultados em cidades como Charlotte, na Carolina do Norte, EUA. Uma organização que surgiu como resultado de um avivamento liderado por Billy Sunday convidou o evangelista Mordecai Ham à cidade. Em uma dessas reuniões, Billy Graham recebeu Cristo como seu Salvador e mais tarde tornou-se o evangelista mais destacado de nossos tempos.
Quando você pensa não ter muito a oferecer, lembre-se de Edward Kimball, o professor de escola dominical que investiu uma tarde de sábado para visitar alguém de sua classe. Deus tem uma forma especial de usar a fidelidade rotineira em pequenas coisas para realizar grandes feitos!
Deus usa os pequenos detalhes para realizar grandes feitos para Sua glória.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Liberdade total – Isso também vale para você

Conta-se um fato interessante a respeito de um rei italiano. O ministro da justiça apresentou um pedido de absolvição de pena de um prisioneiro condenado por muitos anos. O ministro havia escrito no pedido: “Graça impossível, permanecer na prisão.”

O Rei leu o pedido atentamente, pegou a pena e modificou o lugar da vírgula de tal forma que a frase ficou assim: “Graça, impossível permanecer na prisão.” Carimbou “concedido” e assinou. Assim o prisioneiro foi agraciado e estava livre.

Com certeza você dirá: “Não vale para mim. Não sou um bandido preso numa cela e que necessita de ser agraciado. Sim, você tem razão, diante das pessoas você não é isso. Mas sabia que diante de Deus você tem enormes culpas, e que há uma sentença de culpa contra você, condenando-o ao julgamento eterno?

Você diz que nunca fez algo que o condenasse e, portanto, não vale para você. Vale para você, sim, pois em Romanos 3.10 diz: “Não há justo, nem sequer um.” E no versículo 23 diz: “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.” Por isso, também vale para você.

Mas também vale para você que, apesar de sua condição diante de Deus – condição de culpado – que Ele tomou da pena e agraciou você por meio de Jesus Cristo, como está escrito em Colossenses 2.14: “e cancelou a conta da dívida que havia contra nós e que pela Lei éramos obrigados a pagar. Ele acabou com essa conta, pregando-a na cruz.”

Que misericórdia está sendo oferecida! Isso também vale para você, se você pedir por misericórdia. Você quer isto?

Saiba que Deus já espera há muito tempo para ter misericórdia de você. Mas até hoje você não pediu por misericórdia. Faça isto. Não negue o convite agora e você experimentará a graça de Deus. Aceite agora mesmo a graça de Deus e toda sua culpa lhe será tirada. Em 1 João 1.9 está escrito: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”

E.K.

De um folheto da Missão Alfa e Ômega

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Região menos evangelizada do Brasil, Nordeste é alvo de Projeto entre Igrejas



O sertão nordestino, considerado um das áreas mais áridas para o trabalho missionário cristão, será o palco para o Congresso nacional de Evangelização do Sertão Nordestino, organizado pela Missão Antioquia, que pretende reunir cerca de 1000 líderes de diversas denominações para discutir sobre os desafios de implantar igrejas evangélicas em meio ao panorama sócio-econômico atual da região.

O lugar escolhido para sediar os congressos foi Juazeiro do Norte, que fica geograficamente no coração do sertão nordestino, apontado como a capital espiritual da idolatria, do sincretismo religioso e da superstição, centrada na figura do Padre Cícero.

A esperança do pastor Jonathan, um dos líderes do projeto é que “a região menos evangelizada do Brasil poderá tornar-se, a região mais evangelizada”.

Os nove estados da região nordestina podem ser classificados em uma área mais desenvolvidas, que engloba a faixa litorânea, as praias e os shoppings, que é culturalmente e economicamente mais avançada. Já o Nordeste pouco desenvolvido engloba o interior dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, onde ainda há muitas pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza, analfabetismo e em meio à superstição.

A região Nordeste reúne em torno de 53 milhões de habitantes e o percentual de evangélicos está em torno de 4%. Algumas cidades chegam a ter apenas 1% de cristãos e muitos povoados não possuem sequer uma igreja evangélica.

Um número que explica bem a situação na região é que das 485 cidades brasileiras com menos de 3% de evangélicos, 343 estão no Sertão Nordestino.

De acordo com a apresentação no site, o Congresso Nacional de Evangelização deverá ser o marco inicial do Movimento Nacional de Evangelização do Sertão Nordestino. Este movimento pretende implantar 100 mil igrejas em dez anos na região, contando para isso com a parceria de diversas denominações, missões e igrejas locais.

Segundo o pastor Jonathan, o Congresso e o Movimento Nacional de Evangelização do Sertão Nordestino poderão se tornar uma forte motivação para um grande despertamento de missões. “A ênfase forte em missões nacionais poderá transbordar para missões mundiais. O Brasil poderá ser o celeiro de missões para muitas nações”, diz a apresentação do projeto.

Visite o site do evento: www.congressosertaonordestino.com.br

via http://portuguese.christianpost.com

terça-feira, 19 de julho de 2011

O pecado fere

…derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos… —Isaías 53:12
Cedo ou tarde todos nós sentimos os dolorosos efeitos do pecado. Algumas vezes é o peso de nosso próprio pecado e a vergonha e o embaraço por ter fracassado miseravelmente. Em outros momentos, é o fardo do pecado de outra pessoa que nos subjuga — alguém que traiu, abandonou, ridicularizou, fraudou ou nos fez de bobos.
Recorde-se de um momento em que o peso da culpa ou dor foi tão grande a ponto de você não conseguir sair da cama. Agora tente imaginar o peso de toda a aflição que o pecado de cada um causou em sua família, igreja e vizinhança. Some a esta aflição, todo o sofrimento que o pecado causou a cada um em sua cidade, estado, país e ao mundo. Agora tente imaginar a dor acumulada que o pecado causou desde o início da criação.
Causa alguma surpresa o peso de todo este pecado ter arrancado aos poucos a vida de Jesus na noite em que Ele foi chamado para carregar esse fardo? (Mateus 26:36-44). No dia seguinte, até mesmo o Seu amado Pai o abandonaria. Não há qualquer outro sofrimento que se possa comparar.
O pecado colocou Jesus frente à suprema provação. Mas Seu amor a tudo resistiu, Sua força o sustentou e Seu poder superou o sofrimento. Graças a morte e ressurreição de Jesus, sabemos que sem dúvida alguma, o pecado não pode e não irá vencer.
O túmulo vazio de Cristo garante nossa vitória sobre o pecado e a morte.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Não desista de seus sonhos


Certo homem faliu nos negócios com 31 anos de idade.
Foi derrotado numa eleição para o legislativo, com 32 anos.
Faliu outra vez nos negócios aos 34 anos.
Superou a morte da noiva aos 35 anos.
Teve um colapso nervoso aos 36 anos.
Perdeu outra eleição com a idade de 38 anos.
Perdeu nas eleições do Congresso aos 43, 46 e 48 anos.
Perdeu uma disputa para o Senado com 55 anos.
Fracassou na tentativa de tornar-se presidente aos 56 anos.
Perdeu uma disputa senatorial aos 58 anos.


Aos 60 anos, Abraham Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos.

"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu." Eclesiastes 3:1


Jesus te ama!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Enquanto o Coral Cantava, poema de Myrtes Mathias



Enquanto o Coral Cantava

Enquanto a música enchia o templo,
eu vi o Rei.
Vestido de majestade, coroado de honra,
um cetro de poder e glória na mão.
Ele voltava.

Livre dos sapatos e dos preconceitos,
da doença e da fadiga.
Feliz, como uma criança que se atira
na direção do Pai – depois de uma ausência
que só fez maior o amor e a necessidade
de ver – eu corria no meio da multidão,
que erguia palmas brancas
em saudação Àquele que voltava.
Lá estavam Livingstone, Carey, Bratcher,
Corinto, Miranda Pinto...
Lá estavam os vultos frágeis,
Ana de Ava, Noemi Campelo, Caíta,
Lotie Moon...
Os missionários de todas as raças.
Os grandes que se fizeram pequenos,
os pequenos que a fé tornou gigantes:
Bagby, Taylor, D. Chiquinha,
que eu conheci
quebrando coco babaçu,
para sustento da obra
que eles começaram.
Lá estavam D. Maria e D. Carmen
- um corpo perfeito no lugar daquele
que a lepra deformara.
Lá estavam Darito e os companheiros
de enfermaria que ele levara a Cristo,
livres do balão de oxigênio
e do terrível clima de segregação.
Lá estavam meus amigos cegos,
com olhos enormes de luz
e expectativa;
Meus priminhos mudos, entoando,
mais alto que todos,
o canto de vitória e gratidão.
Livres de grades
e de cadeiras de rodas,
lá estavam muitos que eu conhecera
prisioneiros da doença e do pecado.
Lá estava meu irmão
que Deus levou tão cedo.
Lá estavam os mártires de todas
as épocas, do tempo dos césares
e das cortinas de ferro e de bambu.
Lá estavam homens de pele escura
e alma cor de neve;
índios de brilhantes cabelos,
crianças de todas as raças,
cantando hosanas, como na entrada
triunfal em Jerusalém.
Lá estavam os meninos do Tocantins,
os barqueiros do São Francisco,
a gente do Araguaia,
os colonos da Transamazônica,
que se haviam tornado súditos
do Caminho maior.
Num milagre sem explicação,
a multidão de mil cores,
que entoava hinos em mil línguas
e dialetos,
era absolutamente igual, no sentimento
que fazia de todos
uma só corrente de alegria,
formada por mil elos de amor.

Eu disse que todos estavam lá?
Não sei. Parece-me que havia lacunas
na multidão e no coração do Rei.
Muitos estavam ausentes,
presos a cuidados terrenos,
deixando a escola suprema
para um amanhã inexistente,
oferecendo a Momo um último holocausto,
como se fosse possível
servir a dois senhores,
abraçar o mundo, sem desprezar o Rei.

E foi assim, enquanto o coral cantava,
que pude sentir o quanto amava ao Rei,
o quanto meu coração agradecia,
por estar entre os salvos;
por chamá-lo pelo nome que Madalena usou
quando o reconheceu:
- Voltaste, Raboni! Aleluia!
Bem-vindo sejas, meu Senhor, meu Deus!

Myrtes Mathias
No livro Encontro Marcado (JUERP)
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